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Pokémon Lazy Days
Topic Started: May 21 2006, 12:08 AM (283 Views)
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Antes de começar, eu quero dizer-lhes umas coisinhas.

1-A fic não vai ter sprites. E ponto final. Se você faz tanto questão de ter fotos inuteis no meio da história, ainda dá tempo de voltar e ir ler outra fic do fórum.

2-Daqui uns tempos, provavelmente vai haver uma grande espera entre um capítulo novo e outro. Eu não sou uma máquina de escrever. E, se eu for escrever, eu quero fazer algo que, para mim, seja bom. Não vou fazer um capítulo novo só pra fazer porque um monte de gente tá pedindo. Eu vou fazer quando eu fazer. E ponto final.

3-Se você ainda está lendo isto mesmo após os dois últimos avisos, já pode começar a ler a fic. =p

Capítulo 1 – Ah, mas que preguiça!

O mundo certamente não esteve bem até alguns anos atrás. A temida Equipe Rocket, que todos pensavam ter sido destruída após o desaparecimento de seu líder, Giovanni, reviveu das cinzas e tentou, mais uma vez, tentar comandar a região de Kanto tendo como principal arma Pokémons roubados. Mas, nessa segunda vez, a região de Johto também estava nos planos, e com uma importância muito maior. Os Rockets chegaram muito perto de ter um exército de pokémons quando forçaram uma Magikarp a evoluir no Lago da Fúria, mas seus planos foram frustrados por Gold, que depois se tornou o campeão da Liga Pokémon local.

No mesmo período, a Região de Hoenn passava por momentos ainda piores. Ao contrário de Johto e Kanto, em que uma organização criminosa tentava comandar duas regiões, Hoenn tinha duas organizações para uma só região. As Equipes Magma e Aqua corriam para despertar os lendários Groudon e Kyogre, respectivamente, antes da equipe rival. Ambas acreditavam que isso tornaria o mundo melhor, ou ao menos afirmavam isso, mas o resultado foi muito diferente. Os dois lendários foram acordados ao mesmo tempo e começaram a brigar, criando uma tempestade apocalíptica. Onde não chovia, secas terríveis castigavam a população. O inferno chuvoso só parou quando Brendan e May, auxiliados pelo campeão da Liga Pokémon local, Wallace, despertaram Rayquaza, o terceiro grande lendário de Hoenn, que pôs fim à briga.

Mas talvez, um duelo entre Kyogre e Groudon não fosse o pior que o mundo pudesse ver. Na região de Orre, a Equipe Cipher estava, novamente, tentando produzir Shadow Pokémons em massa. Esses pokémons eram incapazes de ter qualquer sentimento, se não o ódio. Assim, viravam verdadeiras máquinas de lutar. Enquanto Hoenn era castigada por um duelo climático, Orre estava tendo de impedir a Equipe Cipher pela segunda vez. Na primeira, o Shadow Pokémon mais forte foi um Tyranitar, que aparentemente não tinha nenhuma diferença dos demais. Na segunda, a região foi aterrorizada por um Lugia roxo, que a Cipher dizia jamais poder voltar ao normal. E foi provada incorreta. Michael, um garoto da região, conseguiu tirá-lo das mãos da Cipher, desmembrar a equipe maligna e ainda trazer Lugia ao normal.

Após esse período de calamidades, veio a calmaria. Ninguém mais se preocupava com a chance da Equipe Rocket roubar seus pokémons, de algum maluco fazer chover ou ficar ensolarado para sempre, nem com a chance de um pokémon virar uma máquina de guerra ao seu lado. Nesses anos de calma, começou a jornada pokémon de Bruno.

Desde que ele se entende por gente, morou na cidade de Fuschia, em Kanto. Não tão grande quanto Celadon ou Saffron, mas ainda assim, uma cidade um tanto grande. Há alguns anos, ficara bem feliz por sua cidade ter passado longe da mira da Equipe Rocket. Não ser tão grande quanto Celadon ou Saffron tinha suas vantagens... Mas ele também desenvolveu uma característica diferente da maioria das pessoas da cidade. Ele era preguiçoso. De dar dó. Seu pai havia sido um treinador pokémon na juventude e queria que seu filho seguisse o mesmo caminho, mesmo que fosse um Zé Ninguém que nem o pai. Mas com tanta preguiça, isso parecia impossível, e o pai de Bruno ia ficando mais e mais decepcionado. No fundo, acreditava que seria melhor para o filho viver aventuras ao lado de pokémons.

Com tamanha preguiça, não era de se surpreender que seu pokémon favorito fosse o Slakoth, da região de Hoenn. Assim que descobriu que o pokémon bicho-preguiça existia, desejou-o por toda sua vida. Quando o pai descobriu esse interesse, fez um acordo com o filho: lhe daria um Slakoth e o filho viraria um treinador pokémon. Para a surpresa do pai, o preguiço filho aceitou. Começou a pesquisar onde diabos conseguiria arranjar um Slakoth.

Alguns anos depois, o pai finalmente consegui o preguiçoso pokémon, por meios que não quis contar a ninguém. Para sua surpresa, nem ao menos teve de lembrar Bruno do acordo que fizeram anos atrás: o filho tratou de se despedir e sumir com seu próprio dinheiro sem nenhuma reclamação, alguns dias depois de receber o pokémon. Apenas pediu alguns dias a mais para poder conhecer o Slakoth melhor. Pokémon e treinador se identificaram muito e, surpreendemente, o bicho-preguiça aceitou ter de andar com as próprias pernas para ter alguma companhia.

Após esses dias, saiu de casa e torrou a grana em pokébolas e poções. Certamente seriam úteis. Uma pena ele precisar ter uma PokéDex antes de poder entrar na Zona de Safári. Certamente seria útil poder alguns pokémons a mais.

Dirigiu-se para a saída leste da cidade, que levava à Rota 15. Estava pensando no caminho que tomaria para conquistar as 8 insígnias “Não adianta eu tentar lutar contra a Janine em nenhum momento próximo” pensou “Ela é muito forte. Saffron fica perto, mas a líder de lá também é muito poderosa. Acho que vou para Celadon primeiro. De lá, vou para.... Ah, chegando lá eu decido isso.” Fora interrompido antes que pudesse sair da cidade.

- Bruno, espere! – gritou uma voz familiar
- Huh? O quê? – o garoto virou-se. Quem o chamava era a Líder de Ginásio local, Janine.
- Você vai mesmo ir embora?
- Sim. E você deveria estar feliz. Depois do meu pai, era quem mais me pressionava para deixar de ser preguiçoso e virar um treinador pokémon.
- Mas assim, tão de repente? Você não está indo só porque ganhou o Slakoth, não é? Eu poderia...
- Não, não é isso. – ele respondeu, interrompendo a Líder – Eu tenho meus motivos também.
- Como quiser. Mas só com um Slakoth? Você tem certeza disso? E o que ele faz fora da pokébola?
- Oras, ele aceitou ficar aí fora. E não vai ser problema nenhum porque nos damos muito bem. Certo, Slakoth?

Virou-se para o pokémon e sorriu. Os sorrisos de Bruno, embora parecessem sarcásticos, eram sempre sinceros. Ou quase sempre, ao menos. O pokémon confirmou com a cabeça e, quando o treinador estendeu sua mão, o bicho-preguiça estendeu a sua própria também.

- Viu? Formamos o melhor time! – disse, desta vez sorrindo para Janine.
- Mas você tem certeza que vai sair andando pelo continente todo com apenas um pokémon?
- Eu tenho algumas pokébolas para capturar alguns mais. Mas sair andando por aí certamente será cansativo. Gostaria de ter outra opção. – respondeu, desta vez com uma cara muito triste.
- Ah, ainda é você! – Janine sorriu - Mas se vai mesmo, quero que leve isto. – disse, estendendo a mão com uma pokébola.
- Eu acabei de dizer que já disse ter pokébolas – retrucou o jovem treinador, com uma face e tom de voz que representavam a mais profunda decepção. Uma líder de ginásio, tonta assim?
- Não é só uma pokébola, seu bobo! É um dos novos pokémons que eu ia treinar para o meu ginásio, um Nidoran macho. Mas ainda nem cheguei a usá-lo, então acho que ele vai te obedecer sem problemas.
- Você vai me dar um pokémon?! – perguntou, assustado, mesmo que ela tivesse acabado de dizer que o daria sim. Parece que ele é que era o tonto.
- É, pode levá-lo. Como uma garantia. Se seu Slakoth estiver fraco, você terá algum outro pokémon forte para usar.
- Já que insiste. – disse, pegando a Pokébola.
- Agora que já lhe entreguei o Nidoran, está na hora de voltar para o meu ginásio. Adeus, Bruno, e boa sorte!
- Ad...

Antes que pudesse acabar a frase, Janine desaparecera sem deixar rastros. “Bem, ela É uma ninja” pensou Bruno, que finalmente estava saindo de Fuschia. E, pela primeira vez, era sem a intenção de voltar por um bom tempo.
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fiko bem legal
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Capítulo 2 – Parecidos até demais

Mesmo fazendo tão pouco tempo desde que saíram de Fuschia, Bruno e Slakoth já se viam um pouco cansados, embora ainda dispostos a continuar o caminho até Lavender pela Rota 15. De lá, iriam para Celadon, onde o treinador esperava conseguir sua primeira insígnia.

Durante a cansativa jornada, Bruno avistou um pokémon. Uma observação mais próxima mostrou ser um Bellsprout.

- Vamos lá, Slakoth! – comandou seu pokémon – Use o Arranhão!

Slakoth apenas olhou para o treinador, sem fazer mais nenhum movimento.

- Eu mandei usar o Arranhão! – gritou o treinador

O bicho-preguiça continuava apenas olhando o treinador, que continuava dando ordens. Tamanho era o barulho que Bellsprout acabou percebendo a presença de Bruno e seu Slakoth. Ao contrário do bicho-preguiça, não perdeu tempo em bater no oponente com um Chicote de Vinhas.

- Vamos lá! Um Arranhão!

Desta vez, porém, Slakoth não olhou para o treinador, e sim para Bellsprout. Mas não com a sua normal cara de “Hã? O quê?”. Era uma expressão que mostrava raiva e o bicho preguiça finalmente arranhou o oponente. Mas, pelo aspecto de Bellsprout, parecia ter tomado mais do que um golpe Arranhão. “Talvez ele tenha usado o Talho?” pensou Bruno “Bem, não custa nada tentar.”

- Slakoth, use o Talho!

Novamente, o pokémon parou apenas para olhar o treinador, com a mesma expressão de quem não faz a menor idéia de o que está havendo. Enquanto isso, Bellsprout não se preocupou em bater no Slakoth. Apenas ficou dançando. “Uma Dança de Espadas?! É um golpe bem raro de se ver num pokémon selvagem.” Pensou o treinador, que novamente ordenou que seu pokémon usasse o Talho.

Na segunda vez, Slakoth o escutou e novamente arranhou Bellsprout. “Bem, eu tive de mandá-lo usar o Arranhão milhares de vezes” pensou o treinador “E o Talho só duas. Deve ser esse golpe mesmo”. Bellsprout revidou novamente usando os chicotes, mas não para bater diretamente em Slakoth. Ao invés disso, usou-os para usar o Embrulho e tentar esmagar o preguiçoso pokémon.

- Vamos, Slakoth! Você consegue se livrar dele!

Mas não houve resultados. Bruno sabia que o Embrulho não era exatamente o golpe mais forte. Na verdade, estava mais próximo de ser o golpe mais fraco. Mas ficar esperando o Bellsprout soltar Slakoth sem fazer nada seria muito, muito cansativo. “Bem, Slakoth já deu dois Talhos nele.” começou a raciocinar “E ele é um pokémon normal também, então eles ficam mais fortes. Acho que já dá pra capturar o Bellsprout”. Então, sem perder mais tempo, atirou uma Pokébola no pokémon vegetal, capturando-o.

- Excelente trabalho, Slakoth! – disse, sorrindo para o pokémon, que parecia feliz por ter sido livrado do Embrulho de Bellsprout.
- Ah, então era você que estava gritando! – disse um garoto que se aproximava
- Hã?
- Dava pra te escutar de muito longe!
- Ah, sim. Com o Slakoth, certo?
- Você não consegue mandar no seu próprio pokémon? – disse o garoto, com um tom de gozação.
- Mas é óbvio que consigo! – respondeu, irritado.
- Então por que não mostra isso numa batalha?
- Não adianta chorar depois. – continuava irritado.

“Ah, mas isso vai ser tão cansativo” pensou “Eu queria só poder ir pra Lavender logo. Mas não posso deixar esse cara tirando da minha cara assim. Bem, Slakoth acabou de lutar um pouco, e Bellsprout acabou de apanhar dele” estava pensando em qual pokémon usar “Isso me deixa apenas com o Nidoran”. Surpreendentemente, o moleque convencido começou a luta com um mero Rattata. “Se isso é o melhor que ele faz, vai ser muito fácil” pensou Bruno e, em seguida, mandou Nidoran para o combate.

O garoto ordenou que Rattata começasse com uma previsível Investida, enquanto que Bruno mandou Nidoran começar com uma Picada*. Rattata teve a vantagem no começo, já que usou um golpe de seu mesmo tipo. “Vamos ter que tentar algo mais forte.” pensou Bruno.

- Nidoran, use uma Chifrada!
- Você não é o único com uma carta na manga. Rattata, Hiper Presa!

Desta vez, o golpe de Nidoran pareceu causar um grande estrago no Pokémon rato, mas a Hiper Presa doeu muito mais. Após o golpe, porém, Bruno notou algo de estranho em Rattata. “Ah, mas é claro! A habilidade especial do Nidoran, a Ponta Venenosa!” pensou “Esse cara realmente não é muito esperto para deixar seu Rattata ficar envenenado tão facilmente”. Nidoran usou outra Chifrada para finalizar o enfraquecido e envenenado Rattata.

- Nada mal! – disse o garoto convencido, agora parecendo um pouco mais humilde – Mas isso foi só o começo. Vai, Pidgey!

O simples fato de ter asas não assustou Bruno. Ele sabia que, se Pidgey quisesse acertar Nidoran, teria de voar baixo, mesmo se fosse usar a Rajada de Vento. Esse foi o primeiro movimento de Pidgey, que conseguiu afastar Nidoran e também causar algum dano. “Nidoran não vai durar muito mais” Bruno começou a pensar num plano “E contra um Pidgey, Bellsprout não terá a menor chance. Sobra só o Slakoth, mas ele parece não ir muito com a cara de lutar...” parou para pensar mais “É melhor fazer o Nidoran deixar um presente.”

- Nidoran, acerte-o com uma Picada Venenosa!

Pidgey voou um pouco mais alto para evitar o ataque, mas Nidoran conseguiu pular alto o bastante para atingi-lo. Porém, Bruno percebeu que Pidgey parecia absolutamente normal. “Justo agora ele não vai conseguir envenenar?!” pensou “Nesse caso, vamos precisar dum plano B.”

- Boa tentativa, mas agora é o fim! Pidgey, Rajada de Vento!

Mais uma vez, Nidoran é atingido, e agora parece muito cansado. Para a surpresa de Bruno, consegue levantar. “Vamos, só mais uma vez!” pensou, antes de mandar seu pokémon usar a Picada Venenosa novamente. Desta vez, Pidgey pareceu ter sido envenenado. Bruno planejava botar Nidoran de volta na Pokébola antes que pudesse sofrer outro golpe, mas Pidgey foi muito rápido em usar outra Rajada de Vento. Nidoran estava definitivamente fora de combate.

- Vamos lá, Slakoth! Agora é com você!

Mas o pokémon não se preocupou em lutar. Apenas, novamente, olhou para o treinador com cara de desentendido. “Agora não, Slakoth!” pensava Bruno “Agora não!”.

- Isso vai ser muito fácil – disse o outro treinador, esquecendo toda a humildade que havia aparentado ter – Pidgey, Investida!

Pidgey derruba Slakoth, que no chão, se vira, põe a barriga para baixo e tenta tirar um cochilo, no meio da luta. “Mas isso é hora?!” pensou Bruno. Já o outro treinador tinha um plano de como acabar a luta com estilo. Pidgey estava subindo nos céus, para depois descer com toda velocidade e usar uma Investida no Slakoth, acabando duma vez com a batalha. Quando Pidgey começou a descer, Bruno perdeu as esperanças de ganhar.

- Sai daí, Slakoth! – gritou desesperado.

Slakoth rolou para o lado e virou-se para o treinador, novamente com cara de quem não entendia nada. Um pouco mais acima, pidgey estava indo rápido demais para mudar de curso, e acabou dando uma Investida de alta velocidade no chão. Também havia ficado toda a subida e a descida sob a ação do veneno de Nidoran. Agora qualquer golpe acabaria com ele.

- Vamos lá, Slakoth! Dê só um Talho no Pidgey! – ordenou o treinador, embora parecesse implorar que seu pokémon o ouvisse.

Desta vez, Slakoth arranhou Pidgey. Provavelmente porque estava caído do seu lado, então não seria tanto esforço. O pokémon pássaro estava finalmente incapaz de lutar e o treinador convencido não acreditava que perdeu dum pokémon que tentou cochilar no meio da luta. Admitiu que Bruno sabia mesmo comandar seus pokémons e foi-se embora.

- Vamos continuar nosso caminho até Lavender? – perguntou a Slakoth, sorrindo. O pokémon fez que sim com a cabeça, e sorriu com sua cara de sono de volta – Não quer vir dentro da Pokébola? Você deve estar cansado.
Desta vez, o pokémon fez que não com a cabeça. “Bem, ao menos viajo com alguma companhia” pensou Bruno, e então voltou a caminhar em direção a Lavender, junto de seu Slakoth, num ritmo excelente para ambos: extremamente devagar.


* Peck. Bicada, a tradução mais conhecida, ficaria estranha para um pokémon sem bico.




Ah, arrumei um pequenino errou no Capítulo 1. Ao invés de Ruby e Sapphire, botei Brendan e May, já que você não escolhe o nome do(a) rival em RSE. =p
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Ficou bem legal e criativo.Nota 9,7.
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pvr
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Tá bom, mais tem algumas frases sem concordancia... O resto tá bom. 9,3
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Você poderia indicar onde estão esses erros para que eu possa arrumá-los? Assim quando futuras pessoas vierem ler a fic/eu postá-la em outros fóruns/passar para amigos (do Netbattle xP ), eles serão poupados de ver os erros. =p

EDIT - Respondendo ao post abaixo: Claro que posso. xD Editei pra não ficar uma daquelas seqüências de posts feiosas de Pessoa1, Pessoa2, Pessoa1, Pessoa2, Pessoa1, etc. D<
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pvr
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Okay... Mas tu poderia esperar um pouquinho? Porque agora eu vou dormir, aula amanhã. ¬¬
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Ice Beam querido, pode postar dizendo onde estão os erros, para que eu possa arrumá-los. .-.

AVISO: CAPÍTULO GIGANTE DE EXATAS 5 PÁGINAS NO WORD ABAIXO! LEIA POR SUA PRÓPRIA CONTA E RISCO!

Capítulo 3 – Ressurreição

O dia estava chegando ao fim. No céu, um belo pôr-do-sol podia ser observado por qualquer um que estivesse disposto a sentar no chão e ficar observando-o. Bruno e seu Slakoth queriam muito poder observar esse lindo pôr-do-sol, mas estavam, finalmente, apressados para chegar a Lavender. A pressa surgiu quando Bruno avistou, muito distante, a Torre de Rádio de Kanto, que fica na cidade onde, uma vez, já esteve a famosa Torre Pokémon. Quando o sol finalmente se pôs e tudo começou a escurecer, o treinador e seu Slakoth se viram na cidade.

- Bem na hora, Slakoth. – falou com seu pokémon – Agora podemos ir ao Centro Pokémon e passar a noite toda fazendo absolutamente nada! Soa legal? – virou-se para seu pokémon, sorrindo.

Slakoth repetiu seu nome e balançou a cabeça, sorrindo. Parece que, mais do que seu treinador, queria passar a noite toda dormindo ou apenas fazendo nada, como ele sugerira. Afinal, não foi Bruno que teve que lutar contra um Bellsprout e depois contra um Pidgey, mas sim seu Slakoth.

- Você não vai encontrar lugar no Centro Pokémon – disse uma voz estranha. Porém, mesmo sendo apenas uma voz estranha, passava uma sensação de bondade e conforto – Ele está sempre muito cheio, porque várias pessoas vêm visitar a Torre de Rádio. Ninguém nunca se preocupou em ampliá-lo. Você pode ficar na minha casa, se quiser.
- Mas quem é você? – disse Bruno, virando-se para o lado a fim de ver com quem falava. Avistou um velhinho cuja face, assim como sua voz, causava sensações de conforto e bondade.
- Eu sou o Senhor Fuji.
- Sr. Fuji? Aquele que cuida de pokémons selvagens e abandonados e é amado por tudo e todos devido a sua enorme bondade?
- Amado por tudo e todos? Disso eu não tenho certeza – riu um pouco. Realmente não se achava tão bondoso assim – Mas eu sou sim o Sr. Fuji que cuida de pokémons abandonados. Bem, há espaço na minha casa para você, se aceitar vir.
- Então, Slakoth? O que acha? – disse, virando-se para seu pokémon. Slakoth novamente fez uma feição feliz e respondeu que sim com a cabeça – Aceitamos, se não for nenhum incômodo.
- Nunca é um incômodo ajudar quem precisa, meu jovem – respondeu Sr. Fuji, com um rosto expressando ainda mais bondade. – Bem, vamos logo, antes que escureça.

Fuji saiu andando em direção à sua casa, com Bruno seguindo-o. A caminhada não demorou muito, já que Lavender certamente não é uma cidade grande. A casa do bondoso velhinho certamente não era a mais bonita que Bruno já vira, mas tinha um aspecto amigável. Além disso, era certamente muito grande. Possuía apenas os móveis necessários, com exceção de alguns vasos e quadros para decoração.

- Ali é o banheiro – disse Fuji, apontando para uma porta – E aquela porta ali leva ao seu quarto – disse, apontando para a porta do lado do banheiro – Acho que vai gostar. Eu percebi que você anda com pokémons, então escolhi um bem grande para caber todo mundo.
- É, acho que é melhor mesmo deixá-los fora dessas Pokébolas apertadas durante a noite. E também serão uma excelente companhia. – disse Bruno, tirando Bellsprout e Nidoran de suas respectivas Pokébolas.
- Que bom que você gostou. Bem, já vou dormir. – disse Fuji, que bocejou em seguida – Amanhã vou levantar cedo para ver alguns Pokémons da Rota 8. Não se preocupe em se despedir. Eu sei como essa vida de treinador é corriqueira. Pode sair assim que acordar sem problema algum. Apenas recebê-lo já é bom o bastante.
- Ah, Sr. Fuji... Seria péssimo se eu fosse embora sem agradecer.
- Pode ter certeza que não seria, meu jovem.
- Bem, nesse caso, eu agradeço agora mesmo. Muito obrigado pela hospitalidade. – o treinador tentou sorrir, mas acabou bocejando.
- Vejo que já está com sono também. Boa noite, ... Qual o seu nome?
- Bruno.
- Boa noite, Bruno.
- Boa noite, Senhor Fuji.

O velhinho foi-se embora pela casa. Bruno abriu a porta do quarto e explicou para seus pokémons que passariam a noite lá. Bem como Fuji disse, era um quarto muito grande. Tinha uma cama e vários colchõezinhos. Cada pokémon se acomodou num colchão e pôs se a dormir. “Também devem estar cansados. E com motivo.” Pensou Bruno, antes de ir tomar um banho e, finamente, dormir.

No dia seguinte, Nidoran e Bellsprout já haviam acordado, apenas para ver que Bruno e Slakoth ainda dormiam profundamente. Mesmo que desejassem muito que o treinador acordasse logo e, preferivelmente, usasse-os em batalhas, acharam melhor apenas deitar em seus colchões e esperar que Bruno e Slakoth acordassem.

- Vamos logo – mandou uma voz estranha, num tom baixo – Não temos muito tempo antes de o velhote voltar.
- Tá, tá – respondeu outra voz desconhecida, também falando baixo – Como se ele pudesse fazer algo para nos impedir.
- Você sabe como ele é amigo de Pokémons. Pode ser que traga um para cá.
- Como se isso fosse ser problema. Esqueceu que somos membros da Eq...

Tropeçou antes de completar a frase. E a colisão com o chão produziu um barulho enorme, grande o bastante para acordar um centro treinador de Pokémons preguiçoso.

- Hã? Quem está aí? – perguntou Bruno, levantando-se, ainda muito sonolento – Que barulho foi esse?
- Viu só?! – disse a primeira voz, parecendo extremamente irritado – Você acordou aquele moleque! Esqueceu que não era para ninguém nos ver?

O segundo estranho tropeçara e caíra exatamente na frente do quarto onde Bruno e seus pokémons estavam hospedados.

- Ainda há como arrumar isso. Olha só para ele, ainda vai demorar para acordar. Só umas pancadinhas vão resolver tudo. – disse, enquanto arremessava uma Pokébola, da qual saiu um Rattata – Rattata, Hiper Presa!
- Rattata? – disse Bruno, confuso e ainda sonolento – Uma batalha? Mas eu ainda nem acordei...

O rato se atirou em direção ao treinador, disposto a mordê-lo com toda sua força. Já bem diante de seus olhos, quando os dois estranhos e Rattata acreditavam não poder falhar, o pokémon rato foi agarrado por longas vinhas e atirado para trás, exatamente de onde veio. Bellsprout o impedira com um Chicote de Vinhas.

- O que vocês estão tentando fazer?! – Bruno gritou muito alto e pulou da cama, finalmente acordado de verdade – Slakoth, Nidoran, sinto muito, mas é hora de retornar. – disse, chamando-os de volta para suas Pokébolas. – Bellsprout, Chicote de Vinhas novamente!

Finalmente, o desejo de Bellsprout foi realizado: estava numa batalha! Tão feliz por seu pedido virar realidade, chicoteou Rattata sem dó nem piedade, obrigando seu treinador a chamá-lo de volta sem que este nem pudesse contra-atacar.

- Eu falei para você tomar cuidado, seu idiota! – disse a primeira voz, irritada
- Calma, calma! Ainda vou impedi-lo!
- Mas afinal, quem são vocês?! – disse Bruno, finalmente erguendo a cabeça para ver com quem lutava.

Conforme foi subindo a cabeça, foi ficando mais óbvio com que lutava. Botas brancas, calça preta, cinto e luvas brancos, camisa de manga comprida preta e uma boina também preta. Mas a característica principal estava na camisa. Um enorme R vermelho. R de Rocket.

- Equipe... Rocket?!
- Seu estúpido! Ele já viu tudo!
- Tá, tá, tá, tá! Chega! – disse o segundo, irritado pela exigência do primeiro. – Eu vou acabar com isso agora! – disse, jogando outra pokébola. Desta vez, usava um Ekans.

“Um pokémon venenoso” pensou Bruno “Bem típico da Equipe Rocket, pelo menos do que ouvi falar. O Chicote de Vinhas não vai funcionar... Já sei! Nidoran!” Colocou o plano em ação, chamando Bellsprout de volta e mandando Nidoran para a luta. Ao sair da sua pokébola, o pokémon venenoso foi atingido por uma mera Picada Venenosa de Ekans. “Agora vai ser muito fácil” pensou Bruno, confiante.

Nidoran atacou usando uma Chifrada, enquanto que o membro da Equipe Rocket ordenou, desesperado, que seu Ekans Embrulhasse o outro pokémon venenoso. Ainda assim, fora incompetente o bastante para não imobilizar a cabeça de Nidoran, permitindo a ele usar muitas outras Chifradas contra Ekans, até finalmente derrotá-lo.

- Não se preocupe, eu ainda vou derr...
- Já chega! – a paciência do outro Rocket esgotara-se – Agora sou eu que vou arrumar isso. Vá, Raticate!

“Um Raticate” pensou Bruno, preocupado “Acho que ele é forte demais para o que tenho aqui. Mas também não há para onde fugir... É, o jeito é lutar” conclui, antes de mandar seu Nidoran usar a Chifrada novamente. Mas ele nem ao menos teve chance. Raticate atacou com um golpe Hiper Presas poderosíssimo, que pôs Nidoran no chão em segundos, sem que a Ponta Venenosa ao menos tivesse chance de funcionar. Bellsprout e Slakoth tiveram destinos semelhantes e Bruno viu-se sem uma forma de se defender do rato superdesenvolvido. “Que má sorte” pensou “Se eu ao menos tivesse continuado a dormir... Teria sido MUITO melhor”.

- Agora, seu idiota, veja como se faz – disse o primeiro Rocket – Raticate, Super Presas!

Não havia como correr de Raticate. Ele era muito rápido. Bruno estava preparado para o pior quando, antes de Raticate sequer tocá-lo, viu tudo em sua frente ficar roxo. “Não deu nem para ver?” pensou.

- Impossível! – exclamaram ambos os Rockets

Bruno não fora atingido por Raticate. Ao invés disso, um Haunter apareceu em sua frente e usou o Raio de Confusão no rato gigante, que agora estava correndo desordenadamente pela sala. Raticate começou a atacar tudo no quarto, com a exceção de seres vivos, como os Rockets ou Bruno. Enquanto seu treinador observava-o, sem querer acreditar no que via, Raticate fora atingido por um osso voador não uma, mas duas vezes!

- Agora já chega! Fora daqui! – disse uma voz firme, mas que passava um certo conforto.

Atrás dos Rockets estava Sr. Fuji, acompanhado de um Marowak que atirou seu osso em Raticate novamente, botando-o fora de combate de uma vez por todas.

- Sr. Fuji?! – Bruno estava pasmado
- Sim, eu mesmo, meu jovem. – respondeu o velhinho, agora com uma voz apenas bondosa, sem nenhuma firmeza – Agora, saiam daqui, Rockets imprestáveis! – pela primeira vez, Sr. Fuji parecia não trazer nenhuma bondade em sua voz
- Eu acho que seria melhor obedecermos o velhote – sugeriu o Rocket incompetente
- Claro, você já estragou tudo! – retrucou o outro, ainda mais irritado – Abra, Teletransporte! – disse enquanto retirava-o da pokébola e chamava Raticate de volta. Assim que Abra aparecera, ambos Rockets sumiram.
- Típico da Equipe Rocket. Continuam iguaizinhos. – comentou Sr. Fuji – Você está bem?
- Sim. Bellsprout, Nidoran e Slakoth conseguiram segurá-los até o senhor chegar. Muito obrigado novamente, desta vez por me ajudar.
- Sou eu que agradeço por ter segurado-os esse tempo todo. Sem você, os Rockets poderiam ter levado todas as TMs.
- TMs?
- Sim. Eu guardo várias TMs do golpe Bola Sombria. Você sabe como funcionam as TMs, não?
- Sim, sei. São aquelas caixas com um buraco para passar a Pokébola. Basta passar a Pokébola dentro da TM e, se o pokémon for compatível, ele aprenderá o golpe, certo?
- Correto. Vejo que você sabe muito. – comentou Fuji, sorrindo – As HMs funcionam da mesma forma, mas podem ser utilizadas múltiplas vezes. Bem, agora siga-me, quero lhe dar algo.

Fuji saiu andando pelos corredores da casa, até ele e Bruno chegarem a uma enorme caixa.

- Aqui estão as TMs. – disse, pegando duas da caixa – Pode levar estas. Tenho certeza que aquele seu pokémon estranho... Slakoth, não? Acho que ele pode aprender a Bola Sombria.
- Sim, ele pode. Mas por que duas TMs?
- Oras, quando seu Nidoran for um Nidoking, ele também poderá! – respondeu o velhinho, novamente sorrindo.
- Mas isso ainda vai demorar. Não é necessário, Sr. Fuji.
- Eu acho que, em suas mãos, certamente será um processo rápido.
- Mas eu não.
- Nesse caso, leve-a para o caso de capturar algum outro pokémon que possa aprender a Bola Sombria.
- Já que insiste... – disse Bruno, pegando as duas TMs.
- Você disse que todos seus pokémons lutaram com os Rockets, não?
- É, foi.
- Então, antes de partir da cidade, não se esqueça de dar uma passada no Centro Pokémon.
- Certo. Obrigado pelo lembrete, Senhor Fuji. E pelas TMs também! – disse, sorrindo – Adeus, Sr. Fuji.
- Adeus, Bruno.

Bruno saiu daquela casa amigável e grande e parou no Centro Pokémon por alguns minutos para curar seus pokémons. “Adoro essa tecnologia” pensou “Apenas em poucos minutos meus pokémons estão novos em folha”. Assim que suas Pokébolas foram devolvidas, colocou Slakoth para fora, como era costume e seguiram, juntos, para a Rota 8.

Assim que saíram da cidade, Bruno avistou um pokémon bem próximo. Vermelho, com várias caudas enroladas e parecido com uma raposa. “Um Vulpix” pensou “Certamente será útil contra a Erika. Bem, já sei que Slakoth vai demorar a lutar. Então vou usar o Nidoran”.

Nidoran pegou Vulpix desprevenido com uma Chifrada, mas foi atingido por uma Brasa logo em seguida. Antes que o treinador pudesse dar qualquer ordem, o pokémon venenoso atacou Vulpix novamente, mas, desta vez, chutando-o duas vezes seguidas. “Então ele aprendeu o Chute Duplo!” pensou Bruno, antes de perceber que Vulpix já estava bem fraco. “É agora” pensou, antes de atirar uma Pokébola e capturar a raposa.

“Acho que já estou pronto para enfrentar a Erika agora!” pensou, confiante, antes de chamar Nidoran de volta e continuar a caminhar com Slakoth em direção a Celadon.
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zoio
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News Editor
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Eh tah bem legal a fic mais coloca uns sprites pra fikr legal

nota: 9,5
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Conta-Clone
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Conta-Clone
May 21 2006, 03:08 AM
Antes de começar, eu quero dizer-lhes umas coisinhas.

1-A fic não vai ter sprites. E ponto final. Se você faz tanto questão de ter fotos inuteis no meio da história, ainda dá tempo de voltar e ir ler outra fic do fórum.

[Resto do primeiro post aqui]

Apenas leia a quote.
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Super Treinador NG
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Novato
[ * ]
Se você acha mesmo que suas fincs de 5 paginas sao as maiores do forum? Nada disso! O meu Pokémon Rangers GX tem 6 paginas ou mais! E a minha outra finc do Grande Mont Silver! Que deu mais de 18 paginas? Acha que a sua é grande? Nao! Essa honra é só minha!
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Conta-Clone
Membro
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Tá bom então, eu não sabia havia outras que chegavam a ainda mais. o.o Eu apenas botei o aviso por via das dúvidas.
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pvr
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Aprendiz de Ginásio
[ *  *  *  *  * ]
É.. ;~
Os meus normalmente dão três, quatro...
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Gyarados
Novato
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Muito legal sua fic!
Dê uma lida na minha tb! ! ! !
Tb nao tem imagens.
Faz um tempinho que eu nao escrevo... sua fic me inspirou... se bem q com o ritmo no meu trampo nao sei se vou conseguir escrever tao cedo...
valeu :D
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