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Vivienne Bellerose
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Topic Started: Jun 16 2011, 10:24 PM (126 Views)
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Vivienne Bellerose
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Jun 16 2011, 10:24 PM
Post #1
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- 3
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- Étudiants
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- #7
- Joined:
- June 8, 2011
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Two roads diverged in a wood, and I- I took the one less traveled by, And that has made all the difference.

Bonjour, amis. Meu nome é VIVIENNE AMELIE BELLEROSE , mas também posso ser chamada de VIVI . Nasci em 13 DE JUNHO DE 1993 , portanto tenho 17 anos. Estou cursando a 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO na renomada Académie de Grenoble.
Vou lhes contar um pouco da minha história...
Eu nasci em Bordeaux, no sudeste da França, mas passei toda a minha infância a 52km da cidade, na fazenda do meu pai. Pierre Bellerose é o presidente da Bellerose et fils uma grande e próspera vinícola com mais de 20 lotes latifundiários espalhados pela região. Claro que o maior deles é a Joyeux de Vivre, a fazenda onde eu cresci, com uma área estimada em 15000 hectares e produção de uvas tão boas que suas garrafas são vendidas a pelo menos três dígitos de Euro.
Mas não estou aqui para falar dos bens materiais da minha família, porque, enfim, é o que menos importa na minha vida. Minha família se constitui basicamente de mim, meu pai Pierre, meu irmão Luc e vovó Aubertine, que mora conosco desde que vovô Gustav infartou quando eu tinha uns 5 anos. Nunca subestime o poder mortal de 1 tablete de queijo Brie ao dia! Hahaha. Vocês devem estar se perguntando da minha mãe, non? Não, eu não nasci filha de chocadeira, como muitos poderão dizer. Minha mãe era linda como uma fada. Alta, esbelta, cabelos loiros e lisos, cor de trigo, que – ainda bem – eu herdei. Seu nome era Amelie, e ela morreu dando a luz a mim. Nunca descobri bem o que aconteceu com ela, já que meu pai não gosta de falar sobre o assunto. Ele lagrima toda vez que eu pergunto. E meu irmão era muito pequeno para entender o que estava acontecendo.
As vezes tenho a impressão que ele achou em mim uma substituta para mamãe. Ele que colocou o nome dela como meu nome do meio e vive dizendo o quanto somos parecidas fisicamente. E também parece que dedica uma boa parte da sua vida com o objetivo de fazer todas as minhas vontades. Eu adorava, claro! Ainda adoro! Mas confesso que isso me estragou um pouco. Eu tinha todos os brinquedos que eu queria, uma quantidade exorbitante de animais de estimação e uma trupe de criados para ficar ao meu lado 24h por dia. Meu pai é um homem muito ocupado, sabe, e quase nunca está em casa com a gente. Acho que meu irmão tem um pouco de ciúmes dessa atenção toda, mas a situação pra ele é diferente. Ele é o mais velho e o herdeiro da família, então todas as responsabilidades recaem sobre ele. Enquanto a mim? A única responsabilidade que eu tenho é de ser a menininha do papai.
Mas eu nunca tive um mau relacionamento com Luc. Muito pelo contrário. Meu irmão e eu sempre fomos muito próximos, afinal, naquela fazenda isolada não havia muitas crianças para brincar. Não era raro que ele fizesse papel de Ken nas minhas brincadeiras de boneca e que eu fosse goleira no jogo de futebol dele. Ele sempre foi superprotetor comigo e acho que me mima tanto ou mais que papai! Hahahah.
Eu amava a vida na fazenda. Uma mansão enorme onde eu podia correr e brincar, jardins floridos em estilo europeu na frente, um pomar bem diverso no quintal e filas e mais filas de parreiras até onde a vista pode alcançar. EU adorava cavalgar com meu pai e meu irmão por entre os vinhedos, na minha égua parda chamada Milady. Nomeada a partir da personagem homônima de Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas, um dos meus livros favoritos. E alias um dos meus filmes favoritos também, especialmente a versão de 1973 com Oliver Reed, Richard Chamberlain, e a maravilhosa Faye Dunaway como Milady de Winter.
E foi nesse ambiente bucólico que eu cresci, até meus 12 anos de vida quando meu irmão foi estudar em Grenoble e eu, como boa diaba da Tasmânia que era, fui mandada para o Collège Saint Jeanne d'Arc, um internato feminino católico. Não preciso nem dizer que odiei a ideia e protestei que nem uma louca, não é? Mas essa foi umas das poucas ocasiões – se não a única – onde meu pai fincou o pé e não cedeu ao meu choro. Ele dizia que eu tinha virado uma pequena selvagem e que isso não era bom para uma menina. Eu deveria ser uma mademoiselle, doce e delicada, como minha mãe era. Mas muito mais do que honrar a memória da minha falecida maman, naquela idade eu já sabia a real intenção por trás dos atos do meu pai. Quando chegasse a hora de eu casar, nenhum herdeiro de boa família aceitaria uma caipira desleixada que nem eu. Ele esperava que as freiras me transformassem numa grande dama.
Os anos em Saint Jeanne foram duros, mas eu precisava aprender a socializar com outras garotas. Minha colega de quarto era tão espetacular quanto uma boneca de porcelana, e parecia que o cabelo dela brilhava quando o sacudia sob a luz do sol. Coisa de comercial, saca? L’oreal, porque eu mereço? E ela era a imagem viva de tudo aquilo que papa queria que eu fosse. Uma menina comportada, educada, culta, versada em artes e música e com uma lábia apurada o suficiente para agradar a qualquer um. Seu nome era Desirée Blanchard. Logo no início nos odiávamos e brigávamos como cão e gato, mas viver 4 anos com uma mesma pessoa no mesmo quarto faz as coisas mudarem. Dividimos experiências, falamos sobre nossas famílias, sobre nossos irmãos, que tanto sentíamos falta, sobre nossa família que quase nunca víamos. No final de tudo isso acabamos achando em nossas diferenças aquilo que nos completava mutuamente. Foi com muita tristeza que me despedi de Dési no final do ano passado.
Bem agora eu era uma adolescente e já estava na hora de frequentar a academia secular que meu irmão, meu pai, e todos os meus antepassados frequentaram. A famosa Académie de Grenoble em Paris. Mais uma vez eu estaria sozinha, já que meu irmão cursava administração e gastronomia na Sorbonne, e mesmo que tivéssemos nos visto em todas as férias durante o internato, eu sentia uma falta brutal dele. Por isso que quando entrei, tão desanimada no meu dormitório em Grenoble, minha surpresa foi enorme ao encontrar ninguém menos que Dési, minha querida amiga dos tempos de colégio!
Mas Grenoble será bem diferente do Saint Jeanne... Pra começar é misto, né? E agora, com 17 anos tenho uma cabeça muito mais focada no que eu quero e em como conseguí-lo. O que eu quero, vocês perguntam? Ser feliz, mon chéres, e viver as maiores aventuras que a minha juventude puder proporcionar.
Agora que estou aqui, vocês perceberão que minha personalidade...
Aos olhos da maioria eu sou uma completa lunática. A verdade? Eu faço o que eu quero. Pura e simples. É algo difícil de conceber, já que viver na alta sociedade significa, em poucas palavras, ser alguém que você não é, mas comigo não é assim. Sou um livro aberto, falo o que eu penso na hora que eu penso e ajo na maioria das vezes como meu coração – e não a minha cabeça – manda. Já acabei com várias amizades e tomei diversas detenções por dizer o que não devo, mas depois de anos em colégio interno acabei aprendendo a deixar minha franqueza e impulsividade a um nível aceitável para a boa convivência escolar. Sou sorridente, prestativa, faço amigos fácil e os perco tão fácil quanto os ganho. Poucos conseguem acompanhar meu ritmo de ser. Sou uma pessoa que preza a liberdade em todos os sentidos, acima de qualquer coisa. Sou amante de arte em quase todas as suas formas, e gasto a maioria do meu tempo livre com ela. Pinto, faço esculturas, cerâmica, trabalhos de colagem e todo tipo de trabalho manual. Gosto de poesia, música, livros. Meu mais novo vício artístico é a fotografia. Customizo minhas roupas, faço bijuterias e tenho um guarda-roupas bastante alternativo. Costumo usar roupas da Betsey Johnson e, é claro, da minha xará inglesa, Vivienne Westwood, além de peças garimpadas em ateliês. Mesmo na escola, onde usamos somente uniforme, costumo adicionar detalhes que diferenciam meu visual: um lenço, um óculos, vários anéis e colares e minha marca registrada: o cabelo platinado com batom vermelho-tomate. Sendo amante de arte, é claro que tenho uma paixão pelo cinema. Sou cinéfila de carteirinha e tenho um gosto perfeitamente eclético para filmes. Nunca dispenso uma boa sessão de cinema, seja um drama premiado ou o mais novo filme de ação cheio de efeitos especiais que acabou de lançar. Mas tenho que admitir que sou fã dos filmes clássicos, que fizeram a história da sétima arte.
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INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Nome do Photoplayer: Hannah Holman Pseudônimo: Doctor Zhivago
TERMO
Eu, Doctor Zhivago, confirmo que eu li e aceito as regras do fórum, assim como estou ciente de que este fórum possui temática adulta e foi destinado para usuários com idade igual ou superior a 18 (dezoito) anos de idade, podendo conter linguagem de baixo calão, sexo e violência em seus posts. E concordo com a interferência dos membros da administração do The Dreamers Society em minhas RP's sem aviso prévio.
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Les Innocents
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Jun 17 2011, 12:13 AM
Post #2
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Administração
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- May 22, 2011
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Bienvenue à la société des rêveurs!
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